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Homeopatia, derivada da palavra grega “homoios”, que significa “semelhante”, e “pathos” que quer dizer “sofrimento”, essencialmente, significa tratar o semelhante com o semelhante. HIPÓCRATES, no século IV antes de CRISTO, percebeu que havia dois meios de tratar o paciente: por meio dos contrários (alopatia) e por meio dos semelhantes (homeopatia). Na forma dos “contrários”, a medicação age contra os sintomas. Na Lei dos “semelhantes”, os medicamentos têm a capacidade de produzir os mesmos sintomas apresentados pela pessoa que deles sofre – “A lei dos semelhantes”. Em ambos os casos, ele acreditava que o médico estava apenas criando condições corretas para aumentar o poder de recuperação interno, Vis medicatrix naturae, que levava à cura.

Centenas de anos depois de Hipócrates, na Europa do século XVI, Felipe Teophrastus Bombastus Von Hoheinheim, também conhecido como Paraselso, recolocou os méritos do tratamento dos semelhantes pelos semelhantes, e como precursor  das idéias de Hahnemann, criou o princípio do homem como “microcosmos”, dentro da Grande Ordem Superior “macrocosmo”. O princípio vital foi chamado por ele de elemento misterioso, ignoto. Somente no século XVIII,  entretanto os princípios básicos foram formalizados em um verdadeiro sistema de medicina por  Christian Friedrich Samuel Hahnemann.

Em 1790, enquanto traduzia um livro escrito  pelo   médico   escocês   Cullen, Hahnemann deparou  com uma seção que indicava o tratamento da malária com quininos. Embora fosse (e ainda seja) um tratamento adequado à doença, ele não se convenceu da explicação do autor, que atribuía a eficácia do remédio a eventuais efeitos tônicos sobre o estômago.  Raciocinou que deveria ser outro o mecanismo de interação daquela substância com o organismo, uma vez que tantos “tônicos” poderosos não surtiam efeitos sobre a malária. Para comprovar suas idéias, seguindo suas convicções na experiência, medicou a si próprio com quinino durante vários dias e, como resultado, começou a ter os sintomas da malária.  Verificou que chacoalhando, vigorosamente, cada dose diluída, o remédio resultante não só produzia menores agravamentos como tornara-se mais potente.  Isto foi chamado de POTENCIALIZAÇÃO. Para Hahnemann, o medicamento não atuava sobre a doença, mas sobre a “FORÇA VITAL” do paciente, restaurando-lhe o equilíbrio interno “como um todo”. Se uma única célula do corpo adoecer em sua matéria, ENERGETICAMENTE todo o organismo estará doente.   No estado de saúde, a energia vital (soberana) imaterial – Dynamis  - que anima a parte material do corpo humano (organismo) reina de maneira absoluta em toda parte do organismo.  O  homem se faz  por uma alma espiritual, uma “FORÇA VITAL” e um corpo físico. A vontade da alma só poderia atuar sobre o corpo por intermédio da “FORÇA VITAL”, esta, primariamente, localizada no cérebro. A alma é a forma do corpo, é espiritual, portanto incapaz de enfermar-se. O universo se compõe em sete planos, e o ser humano em sete corpos: o corpo físico, etéreo, astral, mental, causal, búdico e, o átimo ou nirvânico.        

Idéia chave: A DROGA QUE PRODUZ OS SINTOMAS DE UMA DOENÇA, EM UMA PESSOA SADIA, PODIA SER USADA PARA TRATAR DOENÇAS COM AS MESMAS CARACTERÍSTICAS.

A FORÇA VITAL
“Que tudo é inteiro por natureza, que o trajeto da Energia Vital é igual: Ao trajeto da cura da doença quando esta se propaga favoravelmente à expansão”.
Que o equilíbrio da Energia vital é obtido pelo SIMILLIMUM que é igual: A energia, o vazio, que cura o excesso de matéria (doença) que age no constitucional, baseando-se no mal pensar e no mal sentir libertando a Espécie.

O conceito Vitalista de Aristóteles para Energia Vital. “Aquilo que põe todas as coisas em atividade”. Essa energia Vital é essencialmente em agente que tudo ativa, inclusive a nós, e que dá vida a todas às coisas e processos de nosso cosmo.
Do que sabemos acerca dos povos pré-históricos, sua compreensão da Energia Vital era amplamente fundamentada na relação que mantinham com os aspectos da natureza, tais como o sol, a lua, os ventos e a água. Devido à sua forte influência sobre a saúde, a alimentação e, em última análise sobre a sobrevivência, muitos desses aspectos eram vistos como deuses ou demônios, dependendo do seu efeito.
Os povos das tribos primitivas acreditavam que tudo tinha o seu próprio espírito, que por sua vez era uma manifestação dessa FORÇA VITAL. Quando esses espíritos estavam em harmonia, o resultado era a saúde; quando esses espíritos ficavam descontentes aconteciam as doenças. Portanto, a natureza era vista como a manifestação de forças sobrenaturais que davam vida aos seus vários aspectos.
Com o passar dos anos, a Física, conceituou Energia Vital como: matéria, forma, força, interação, meio, informação, campo, consciência, curvatura espaço/tempo e totalidade.
O conceito essencial da Energia Vital é de que “tudo é inteiro por natureza”. Todas as formas e processos de suas manifestações se integram numa unidade organizada que não pode ser justificadamente dividida sem perder sua totalidade.
A energia está em toda parte; ela existe no espaço; ela nos envolve num mar de atividade e nos permeia. Portanto não podemos ser separados dela – qualquer separação em nós mesmos ou entre nós e o nosso ambiente constitui uma divisão automática da totalidade.
A energia também pode ser observada e sentida como uma manifestação espiritual. Portanto, físicos e místicos falam essencialmente sobre os mesmos processos, embora com linguagem diferentes.
No plano espiritual, a alma é o princípio da organização; reflete a qualidade dinâmica da harmonia ou integração que conduz a totalidade. A alma está no âmago do nosso ser, como o ponto central, a fonte e a organizadora de toda a energia vital. Como tal, ela irradia energia em todas as direções, como o sol cujas pulsações levam a luz a todas as coisas.
Muitas vezes a alma é vista como uma entidade separada do corpo, o que é um erro. Embora não dependa do corpo para existir, ela atua através da forma corpórea.
Por isso: O homeopata não pode separar o espiritual do orgânico no homem, pois crê em sua unidade vital indissolúvel.
Nada pode enfermar-se no corpo se não enfermar-se na mente e vice-versa.
CONCEITO DE SAÚDE – O homem é um ser social, com qualidade volitiva e intelectiva. Quando sua Energia Vital vibra harmonicamente, ele se encontra em perfeito estado de Saúde, (que é um estado de harmonia da mente e de equilíbrio fisiológico dos órgãos).
Isto significa que ele está apto a se realizar como SER HUMANO, porque pode usufruir livremente da inteligência para dirigir sua vontade.

HAHNEMANN – “No estado de saúde a energia vital (soberana) imaterial – Dynamis – que anima a parte material do corpo (organismo) reina de maneira absoluta. Ela mantém uma harmonia, que provoca admiração, entre todas as partes do organismo vivente, em suas atividades funcionais e reacionais. O espírito dota-o de razão que habita neste organismo pode, assim livremente, sentir-se deste instrumento vivente e são para atender os mais altos fins de sua existência”.
TRAJETO DA ENERGIA VITAL – A FORÇA VITAL e, portanto a vida  emanam da alma para o organismo, do centro para a periferia, da profundidade para a superfície, do espiritual ao orgânico, em sentido centrífugo mantendo o equilíbrio que se chama SAÚDE.
A existência de qualquer enfermidade no ser humano decorre de perturbações no fluxo dessa Energia Vital.
A substância imaterial denominada Energia Vital, não é outra coisa senão uma forma de energia como a energia elétrica, energia magnética, etc., presente no homem e que se reconhece por suas manifestações dinâmicas.

ORGANON – “A Energia Vital é essencial – invisível – imaterial – dinâmica. A conhecermos pelos seus efeitos, sintomas do paciente e pela teoria”.
POR QUE O SER HUMANO ADOECE? – Sendo a FORÇA VITAL uma energia, se entende que só pode ser perturbada por outras energias, de natureza semelhante e que atuam no mesmo plano de ação. (NOXAS) que podem ser:

  1. Físicas –  calor, radiações, vibrações, etc.
  2. Químicas – tóxicas, medicamentos, alimentos.
  3. Biológicas – contágio de micróbios e parasitas.
  4. Psíquicas – frustrações, alegrias, emoções.

Frente a essas agressões, a Energia Vital reage tentando manter-se em estado de equilíbrio e quando desequilibrada, ela mesma provoca as sensações desagradáveis que o organismo experimenta, levando-o a ter reações anormais que denominamos DOENÇA. Se esse desequilíbrio aumenta sobrevém a MORTE.
A sensibilidade de cada pessoa às agressões do meio é variável conforme sua constituição, o “terreno” de cada um.
A hereditariedade é um elemento potencial que pode ou não levar à doença, dependendo do meio e das condições evolutivas.
Quando um agente hostil desequilibra a Energia Vital de um indivíduo começa um conjunto de reações inicialmente ao nível da imaginação (sonhos atormentadores ou percepções extra-sensoriais perturbadoras) a seguir, emotivo/afetivo e posteriormente orgânico, que passam, a partir de um dado momento, a serem perceptíveis aos sentidos através de: SINAIS E SINTOMAS.
Essas reações são tentativas de reequilíbrio da Energia Vital e são peculiares a cada pessoa. O corpo é parte integrante do homem (visto como algo não puramente físico) e tudo o que acontece em seu corpo sucede no homem inteiro. Se o corpo sua, se esfria, se padece fome ou sede, se tem fadiga ou está vigoroso, muda o estado total do homem. Afeta-nos o corpo, o que toca a alma e do mesmo modo, afeta-nos a alma o que se refere ao corpo, porque formamos uma unidade plena. Assim, se um paciente tem uma verruga no dedo, não é sua pele que está doente, mas sua Energia Vital que está desequilibrada e que naquele momento está se manifestando apenas na forma de uma verruga.
Não devemos tratar a verruga, mas sim o homem que o apresenta.
Todo homem tem seu livre arbítrio, sua vontade. Filosoficamente, poderíamos dizer que, a Energia Vital distorcida pelo uso equivocado da vontade, é que adoece o homem psíquico e fisicamente, isto é, torna-o sensível à ação de outras formas de energia.
O uso errado da vontade teria levado o homem a separar-se do plano harmônico universal, alterando sua energia formativa, que, por sua vez, perturba a mente e o corpo. Poderíamos fazer uma analogia desse momento, em que o homem se desarmonizou com a natureza e a ordem cósmica, com o PECADO ORIGINAL (ou Miasma Psórico) que é a resultante do mal pensar de nossos antepassados que nos foi transmitido em nível energético, juntamente com o material genético.

TRAJETÓRIA DA DOENÇA
A enfermidade: Quando se processa desfavoravelmente, têm um sentido centrípeto (fora para dentro) do superficial ao profundo, de áreas não vitais ás vitais.
A cura: Segue-se o sentido inverso – centrífugo (dentro para fora) do profundo ao superficial, eliminando-se através dos mecanismos exonerativos: febre, cicatrizações, eliminação de secreções ou localizações patológicas nas extremidades.

DIAGNÓSTICO DA ENFERMIDADE
Os primeiros sintomas se manifestam na esfera psíquico – sensorial (afetividade, emotividade) – 1ª etapa do processo mórbido mais fácil de curar, pode seguir dois caminhos: a) Centrífugo/medicação – por meio de exoneração; b) Centrípeto/agravação da enfermidade podendo localizar-se em órgãos, não vitais ou vitais (pulmão, rins, intestino).

TROCAS ENERGÉTICAS COM O MACROCOSMO
O fluxo de Energia Vital é dinâmico.
- entrada: (centrípeto) ex: inspiração, postura.
-saída: (centrífugo) ex: expiração, comportamento.
-resultado: descarga ou eliminação para o meio ambiente.

SUPRESSÃO
Seria evitar o extravasamento ou eliminação.

SOMATIZAÇÃO
Energia materializada. Quando não conseguimos eliminar a nossa energia degenerada pelo comportamento, pela expiração. Teremos que usar outras vias alternativas como a pele.
Quando isso não for possível, esta energia retornará no sentido centrípeto e poderá ser mortal. Poderá provocar: deformidades ósseas (estreitamento da arcada dentária), lesões hepáticas e cardíacas.
O que nos dá força para eliminarmos esta energia degenerada é a: energia do ar (respiração) e energia dos medicamentos.

TRATAMENTO
O verdadeiro tratamento clínico é o que diz no parágrafo 12 do Organon: “O homeopata deveria estar ciente de que o desequilíbrio da FORÇA VITAL produz moléstias. O homeopata que trata da Energia Vital deve basear-se nas manifestações fundamentais, que é o mal pensar-se e o mal sentir, ou seja: a falta do bem estar físico e social. Isto seria possível. A ação dinâmica do SIMILLIMUM orientará a FORÇA VITAL para que atinja o equilíbrio o melhor possível”.
Nos faz adquirir consciência, assim abrimos as portas da percepção; sendo esta o primeiro passo no processo de mudança e evolução. Uma percepção maior acarreta mais vida às nossas partes saudáveis e doentias, criando com mais clareza onde estamos e quem somos, quais são as nossas dificuldades e, por fim, nossas possibilidades de mudança. Algumas vezes isso pode significar aprofundar um sentimento de dor até o choro. Em todos os casos, a percepção carrega e, portanto, torna mais viva a natureza de nossas dificuldades, de forma que as soluções se tornem possíveis.          No processo rumo à consciência nossa resistência diminui; começamos a enfrentar e a aceitar “quem somos”. Dificuldades e possibilidades, dores e prazeres, tudo se torna aberto à experiência.

MORTE
Qual é o destino da Energia Vital?
Parágrafo 10 Organon: “O corpo existencial, anatômico, material, cheio, o tudo, o ser – apodrece caso a Energia Vital essencial, funcional, espiritual, vazio, o nada, o não ser o abandonar”.
“A Energia Vital é cíclica, porém indestrutível. Com a morte física passa por novo ciclo de contração e expansão, projetando o ser em outro plano de realização, num universo onde nada se perde, mas tudo se transforma”.

 

OS MIASMAS

AS DIFERENTES LINGUAGENS
Ao estudarmos uma patogenesia ou a experimentação de um medicamento homeopático, procurando compreender a sua dinâmica, o que nos fornecerá uma melhor compreensão do medicamento e conseqüentemente dos pacientes semelhantes a ele é o estudo dos MIASMAS classificados em PSEUDO-PSORA, PSORA PRIMÁRIA, PSORA SECUNDÁRIA, SICOSE, SÍFILIS, TUBERCULINISMO e CANCERINISMO (A Psora é a única causa fundamental real, produtora de todas as demais doenças – Organon p. 80. Vejamos o significado de cada uma dessas etapas que compõe a dinâmica miasmática dos medicamentos:

PSORA PRIMÁRIA
Significa para nós o essencial e o inexplicável de cada medicamento estudado na MATÉRIA MÉDICA PURA (relato sintomático dos indivíduos sadios submetidos à experimentação). É de natureza endógena e, como tal, não tem explicação. Não nos sendo possível chegar a uma compreensão das sensações referentes à PSORA PRIMÁRIA, poderemos buscar um hipotético esclarecimento estudando a simbologia. Isto é, os ARQUÉTIPOS, a MITOLOGIA, o GÊNESIS, a ALQUIMIA, os CONTOS DE FADAS, etc.. Para essa hipotética compreensão daremos a denominação de PSEUDO-PSORA, para nós entendida como a desconformidade de cada um dos medicamentos, ou seres da criação, frente à ordem e harmonia desta e que vai acarretar uma atitude equivocada seguida de um sofrimento conseqüente a esta ação.

PSORA SECUNDÁRIA
Esta etapa significa a circunstância existencial que irá envolver a essência endógena de cada medicamento.

SICOSE
É a tentativa reativa que visa um equilíbrio, a partir da dinâmica fenotípica instalada na PSORA SECUNDÁRIA; pode ser comparada à luta pela sobrevivência.

SÍFILIS
É um reativo resultante do esgotamento das forças vitais ou conseqüente debilidade das defesas básicas do ego; pode ser comparada à fuga da sobrevivência, levando como último recurso a uma transmutação fatal.

RELAÇÕES ANALÓGICAS
Por meio de um estudo analógico podemos relacionar o conhecimento miasmático com outras teorias conhecidas. São diversas linguagens computadas num único significado:
Na LINGUAGEM PSICANALÍTICA, a Sicose e a Sífilis seriam o mecanismo de defesa do ego, os chamados instintos de luta e fuga, enquanto que na conhecida LINGUAGEM  DO STRESS, referem-se às fases da adaptação e esgotamento, sendo a Psora Secundária a fase do alarme.
Numa LINGUAGEM DO TEMPO, diríamos que a Psora Secundária refere-se ao futuro, a Sicose ao presente, e a Sífilis ao passado. Em NEUROLOGIA, esse mesmo tempo é estudado através dos hemisférios cerebrais, sendo que o hemisfério esquerdo seria o da temporalidade espacial, do pensamento linear, do começo, meio e fim, ligado à Sicose, Sífilis e à Psora Secundária, enquanto que o hemisfério direito seria o da atemporalidade, do pensamento circular que nos mostra a Psora Primária que não está vinculada nem ao tempo, nem ao espaço, isto é nem ao meio, nem à nossa circunstância de vida. A Psora Primária é de natureza transcendental, representa o ciclo vital, ou seja, a eternidade na qual o final é um novo início. É a LINGUAGEM PROFUNDA DO INCONSCIENTE que por ser expressa numa condição de fora da temporalidade, torna-se desconhecida e inexplicável para o paciente e somente pode ser entendida pela simbologia arquetípica de JUNG, pelos mitos de nossos antepassados, pela herança da espécie, pelos enigmas de nossos ancestrais.

Ao afirmarmos que a Psora Primária é um mal desconhecido e inexplicável, muitas críticas poderão ser dirigidas a esta afirmação, pois um mal desconhecido endógeno pode ser considerado não científico, mas é científico/experimental já que a pessoa submetida à experimentação relata esse mal através dos sintomas.

Outra linguagem que nos poderia aclarar a idéia da Psora Primária seria a LINGUAGEM DA MATEMÁTICA: o que são o ponto, a reta, os planos, o infinito senão, princípios indefiníveis e inexplicáveis do conhecimento matemático, os alicerces fundamentais que engendram a construção de todo um corpo científico? Portanto, a partir de princípios inexplicáveis, cria-se e compreende-se o científico, assim como através do mal inexplicável da Psora Primária, toda uma construção dinâmica da personalidade passa a ser compreendida. O ser humano não suportando conviver com o desconhecido – PSORA PRIMÁRIA – procura concretizar esse mal enigmático através das ilusões que cria – PSORA SECUNDÁRIA – e tornando-se identificável terá, então, a capacidade de lutar contra ele – SICOSE – ou dele fugir – SÍFILIS -.

O homeopata sabe, antes de tudo, que sempre ocorre em primeiro lugar, o desequilíbrio do ser como um todo; a pessoa perde sua sintonia fina com a vida, a harmonia dos funcionamentos dos órgãos, se debilita, a saúde é prejudicada, o mal se instala e a dor chega. Nesta perda de sintonia, dá inicio à enfermidade, manifestada em cada um de forma peculiar, sendo que não há um ser humano, integralmente igual ao outro. Na homeopatia utilizam-se substâncias dos reinos: vegetal, animal e mineral para a elaboração de seus medicamentos. Sua abrangência vai desde a infância à terceira idade. Não existe um remédio específico para alergias, asma, infecções, etc., O que existe é o tratamento para o “paciente” alérgico, para o “paciente” asmático, identificando sua maneira peculiar  e especial de sofrer.

A ciência e a arte de curar segundo a lei dos semelhantes é um extraordinário método terapêutico capaz de curar, de uma maneira suave, rápida e duradoura, o ser vivo como um todo. NÃO HÁ DOENÇAS, E SIM ENFERMOS.  Não existe um método terapêutico mais natural, eficaz, extraordinário; um método de curar o padecimento orgânico e transformar uma personalidade perturbada em um ser que viva em harmonia consigo e com seu CRIADOR.

A FARMACOLOGIA

VEÍCULOS
Lactose e Sacarose; A lactose absorve a freqüência vibratória dos sete corpos dos remédios e, transmite ao ser vivo, corrigindo assim, a totalidade do ser alinhando-os ao seu eixo. A sacarose absorve apenas os três corpos inferiores (físico, etéreo e o astral) dos remédios e, transmite a freqüência vibratória apenas a esses três corpos do ser vivo, não corrige o desvio do eixo. No indivíduo doente, encontra-se, em relação ao eixo natural saudável, o seguinte percentil: corpo Átimo ou Nirvânico 0%, Búdico 3%, Causal 24%, Mental 40%, Astral 52%, Etéreo 74% e Físico 93%.

                    
A combinação dos sessenta elementórum (ARCANOS) em 05 (cinco)  grupos de 12 (dose)  para  LACTOSE, e  em 20 (vinte) grupos de 03 (três) para SACAROSE,  totalizam   GRUPOS COMPATÍVEIS, que  representam a quantidade necessária para o tratamento de todos os MIASMAS ou DIÁTESES   (níveis de profundidade do comprometimento patogênico do organismo vivo), predominante em atividade e internalizados em cada individuo  (PSORA, SYCOSE, SYPHILIS, TUBERCULINISMO e CANCERINISMO).    No REGERMINÄTIÓ os elementórum  são dinamizados em “fluxo continuo” até 10 MMFC, a potência máxima necessária para alcançar a origem dos transtornos mais antigos em nossa existência. Os remédios anti-psóricos,DRAINER MEDICÄMENTUM apresentam-se para lactose em três tabletes com 7 (sete) remédios cada, ou em sacarose três frascos com 7 (sete) remédios cada dinamizados na potência 200 CH. Os medicamentos bioterápicos, RENÁSCIBILITÄS, tem uma graduação de dinamização adequada, na potência 200 CH. Dois terços da simbologia dos ARCANOS, são vivências comuns a todos humanos, e um  terço, combina-se  determinando retratos de personalidades. A vivência pautada em um ou mais ARCANOS determinam o predomínio da personalidade, “o(s) remédio(s) de fundo”, determinando 23 (vinte e três) tipos de personalidades ou grupos de pessoas existentes no planeta terra como segue: P-A (Aconitus napellus 3,5%, Palladium 3,5%, Staphisagria 1,5% e Thuya 2,5%); P-B (Actea racemosa 2,5%, Ignatia amara 4,5% e Natrum muriáticum 3,5%); P-C  (Anacardium orientale 2,5%); P-D (Argentum nitricum 2%); P-E (Arsenicum álbum 3,5%); P-F (Aurum metallicum 3,5%); P-G (Baryta carbônica 1,5% e Calcarea carbônica 2%), P-H (Chamomilla 3%); P-I (Gelsemium 2,5%); P-J (Hepar sulphur 3%) e Lycopodium clavatum 7%); P-K (Lac equinuus assinus 4%); P-L (Lachesis 4%); P-M (Mercurius solubilis 3,5%); P-N (Nitric ácidum 3%); P-O (Nux  vômica 4% e Rhus toxicodendrom 1,5%); P-P (Phosphorus 2,5%); P-Q (Platinum 3,5%); P-R (Pulsatilla 2,5% e Silicea 3,5%);  P-S (Sépia 3,5%);  P-T (Stramonium 2%);   P-U (Sulphur 3,5%);    P-V (Tarêntula hispânica 2,5% e Veratrum álbum 2,5%) e  P-X (Zincum 2%).
No plano cartesiano, cada um dos sessenta ARCANOS, apresenta, em cada campo miasmático, nível de intensidade versus tempo combinados de forma peculiar em cada individuo, conclui-s, que, todos temos personalidades diferentes.  O grupo de características, em cada personalidade, é um critério acadêmico em tentar organizar-se e facilitar o trabalho cotidiano. A cada campo miasmático, necessita-se dos sessenta ARCANOS, em suas diversas intensidades de vivências registradas versus tempo percorrido, caracterizando o ser vivo em seu trajeto na sua história e, assim tratar os diversos estados de vivências sinistras em um determinado organismo vivo que, na somatória, determina o desequilíbrio conhecido como DOENÇA.

DINÃMICA
Como todo fenômeno vital, dificilmente poderá ser submetido às provas de laboratório, sobretudo no que concerne à vida humana, em suas expressões dinâmicas características e todas as impressões de fatos, que se moverá, forçosamente, no terreno das especulações teóricas. Admite-se que o fenômeno vital se move no plano espiritual e dinâmico energético e são tais planos de caráter “vibratório”. Parece, assim, definitivamente demonstrado que o organismo em estado de saúde tem uma determinada freqüência, uma longitude e uma intensidade de onda vibratória.
O conteúdo do arquivo individual apresenta, em nossa vida, assim que nascemos, exteriorizando-se de acordo com os estímulos externos durante o período de nossa vida, todo o universo de virtudes e qualidades e os MIASMAS (sofrimento humano), aflorando pela ordem, em nível mental, emocional e físico. Os miasmas representam a totalidade das doenças que conhecemos (endógenas), oitenta e cinco por cento da totalidade das doenças, o restante deles, são afecções externas, doenças genéticas, etc. É natural que esse conteúdo inconsciente, quando latente representam o CRÔNICO, agudizando-se em doenças de nível mental, emocional e físico, nessa mesma  ordem, possui uma força  no sentido de dentro para fora, de cima para baixo, do órgão mais nobre para o menos nobre. Ao término de cada receita, o campo imediatamente mais profundo,  emergirá, causando sintomas-doenças novamente de nível mental, emocional e físico. Ao interromper uma receita, ocorre uma tensão  em nível consciente, aliviando assim  que   retomar   o   tratamento.    

O médico deve prescrever o REGERMINÄTIÓ acompanhado do RENÁSCIBILITÄS,   sempre   avaliando   a    E V O L U  Ç  Ã O   do  paciente a cada término do “kit”, trinta ou sessenta dias, se tomar   uma   ou   duas    doses   diárias    para    SACAROSE,    ou  “kit”   mensal     para    LACTOSE     até     a      R E M I S S Ã O     T O T A L     D O S      S I N T O M A S,    quebra   dos   padrões,   correção   dos   desvios   de    comportamentos  R E E D U C A Ç Ã O     D A            P E R S O N A L I D A D E,  etc.  A interrupção do tratamento não acarreta prejuízo ao tempo tratado, o reinício do tratamento se fará onde parou..  

FLUXO CONTÍNUO
Trata se de um equipamento mecânico, composto  de uma câmara de vidro, onde ocorre a dinamização. Nela é colocada a dinamização 30 CH da substância a ser dinamizada. Nessa câmara há entrada de água (o diluente), de modo contínuo, e também um orifício para a saída de água. Uma haste de vidro, com uma pá na extremidade, gira em torno de si mesma, produzindo a agitação. Liga-se a agitação (isto é, o motor), ao mesmo tempo em que se abre a entrada de água. Dessa maneira, a diluição e a agitação iniciam-se ao mesmo tempo. Diferente do processo hahnemanniano, agora a diluição é contínua, e daí o próprio nome do processo, FLUXO CONTÌNUO.
A água destilada diluirá a substância, que é colocada já na potência 30 CH. O motor possui um eixo que gira, provocando um movimento. Essa agitação, mais a entrada de água, provocarão uma dinamização. Conhecem-se a rotação do motor e o volume de água que passa pelo sistema, pode-se calcular o tempo necessário para obter altas dinamizações, de forma mecânica mais fácil e rápido do que o sistema manual.



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